terça-feira, 5 de abril de 2011

Lei Orgânica da Capoeira

30 de Setembro de 2010










O candidato a deputado distrital Evandro Garla (10123) deu o pontapé inicial para a criação da Lei Orgânica da Capoeira. Nesta quarta-feira, 29, ele se reuniu com os principais Mestres do Distrito Federal para debater sobre o assunto.

Ao lado do Mestre Squisito, ele apresentou aos outros Mestres os objetivos e principais pontos a serem abordados no projeto e abriu o debate enfatizando que a idéia principal é focar o capoeirista. "Sem o capoeirista, a capoeira não tem força, ela não existe”, comentou Evandro.

O Mestre Ssquisito destacou durante a reunião que a lei é de inclusão. "Não podemos mais excluir ninguém. Estamos aqui para criar uma sistemática de trabalho para que o Congresso Nacional possa entender a Capoeira. Organizar os conteúdos, separar as questões e os vários seguimentos desta atividade, mapear ações, de maneira que possamos incluir toda a diversidade da Capoeira, sem deixar nenhum capoeirista de fora", destacou o Mestre Squisito.


O grupo presente, Mestres e Contra Mestres, aprovaram a proposta da lei. Além do Mestre Squisito (Grupo Terreiro Capoeira), estavam presentes na reunião:

- Mestre Tabosa ( Capoeira Mestre Tabosa);
- Mestre Luís Renato ( Grupo Beribazu);
- Mestre Zulu ( Centro Ideário de Capoeira);
- Mestre Paulão
- Mestre Alex Carcará
- Mestre Amendoim ( Grupo Senzala);
- Mestre J. Bamberg ( estudioso, não tem grupo);
- Mestre Bida (Arte Regional Capoeira);
- Mestre Baleado (Gingado Capoeira);
- Mestre Clelton (Capoeira Mestre Robertão);
- Mestre Pitter (Capoeira Mestre Robertão);
- Contra Mestre Chico ( Fundação Internacional de Capoeira Angola);
- Contra Mestre Geléia ( Centro Poliritmico de Capoeira);
- Instrutor Popeye ( Centro Cultural Quintal das Artes);
- Aluno graduado Barros (representando o grupo de capoeira N'golo);
- Aluna graduada e Jornalista Márcia Lameu (representanto o grupo de capoeira Mestre Jomar);

Um conceituado estudioso da cultura nacional, o Mestre J. Bamberg, realçou que esta Lei deve ser vinculada à nossa Carta Magna, de forma que possamos identificar a capoeira dentro da própria Constituição Federal.

O Contra Mestre Chico, representante da Capoeira Angola no Distrito Federal, destacou a necessidade de expandir essa discussão por todo o Brasil." Não podemos discutir sobre as problemáticas e necessidades da Capoeira apenas no âmbito do Distrito Federal", enfatiza.
Evandro Garla, que é Secretário Nacional do PRB, se comprometeu em levar essa discussão para a Frente Parlamentar em Defesa da Capoeira, através do presidente da Frente, o deputado federal pelo PRB/BA, Márcio Marinho, e assim, promover uma discussão nacional sobre o assunto.


"Mas é preciso criar uma espécie de rascunho da lei para que possamos sair da discussão e formular algo sólido", replicou Mestre Squisito.
Segundo os dois que caminham juntos, Evandro e Squisito, uma nova reunião deve acontecer, visto a necessidade de ampliar o contexto da lei para outros capoeiristas.


Na sexta-feira, 1º de outubro próxima, Evandro deve se reunir com o Mestre Cláudio Danadinho e Mestre Adilson, que não puderam estar presentes.

O grupo de capoeiristas que participou desta primeira reunião também confirmou presença

quarta-feira, 30 de março de 2011

Fórum Permanente da Capoeira e Sec. de Cultura do GDF









Há algum tempo os capoeiristas do DF estão se mobilizando para estabelecer caminhos mais eficientes para nossas demandas. Isso se reflete nos constantes encontros com o Governo Federal para discutirmos e finalizarmos os direcionamentos do Programa Nacional de Salvaguarda e Incentivo a Capoeira, este lançado pelo Ministério da Cultura.

No contexto do DF estabelecemos como prioridade aumentar o diálogo com a Secretária de Cultura. Isso significa esclarecer como estão o cenário atual da capoeira na região, nossas demandas, nossas potencialidades e com isso poder usufruir melhor das ações geridas por esta Secretaria.

Neste sentido marcamos a audiência com o secretário de cultura e uma comissão de capoeiristas avançarmos em nossos objetivos.

  1. Cenário da capoeira no DF;
  2. Políticas públicas do DF;
  3. Ações conjuntas em prol do desenvolvimento da Cultura da Capoeira.
Entre as reivindicações da comunidade de capoeira ao secretário pedimos uma cadeira no Conselho de Cultura do Distrito Federal. Hoje não temos representando da capoeira!

Pedimos também os projetos para "as praças de capoeira" e também o "Centro de Excelência de capoeira". Fomos muito bem recebidos pelo secretário. Agora é trabalhar e organizar a comunidade da capoeira do DF. Já temos projetos para o aniversário de Brasília.
Axé e fiquem Deus.

Mestre Alex Carcará

sexta-feira, 18 de março de 2011

Capoeira nas Escolas - Regional do Guará II

Foi muito bom pessoal!
Vamos prestigiar no 3º encontro!
Salve e Axé

Prezados diretores, coordenadores, professores, grafiteiros e capoeiristas


É com muita alegria que o Núcleo Pedagógico do Guará convida toda comunidade para participar do II encontro de educadores da cultura da Capoeira e do Grafite. O encontro será no dia 18 de março de 2011, às 9 horas, sexta-feira, na Diretoria de Ensino do Guará, QE 38 área especial "D". Participem!

Neste encontro teremos a participação como palestrante do Mestre de Capoeira e Doutor em sociologia, Professor Luiz Renato. Segue abaixo o resumo da palestra e breve currículo do palestrante e em anexo o texto: Desafios Contemporâneos da Capoeira de autoria do Professor Luiz Renato.


CAPOEIRA, TRADIÇÕES E IDENTIDADES

A sociedade brasileira vem, nos últimos anos, reconhecendo cada vez mais a importância da capoeira em seus diversos aspectos. Tal fato tem se refletido na edição de legislação que menciona a luta e a cultura brasileira de matriz africana e destaca sua relevância para a educação e a promoção cultural no país. Exemplos são a Lei n. 10.639, de 2003, e o Estatuto da Igualdade Racial (Lei n. 12.288, de 2010). O papel de destaque da capoeira nas ações do Estado Brasileiro na área da cultura se consolidou com o Registro como Patrimônio Imaterial, em 2008. É, hoje, consensual entre praticantes e educadores que o ensino da capoeira não pode ocorrer sem a valorização de suas raízes culturais e de sua ancestralidade. Esse cenário, entretanto, coloca alguns temas importantes para reflexão, como o do resgate das tradições e da identidade da capoeira. De que identidade estamos falando? Sendo a capoeira uma manifestação cultural rica e complexa, presente em diferentes regiões e em diversos estratos sociais, em alguns casos temos uma identidade difusa, que se molda à história local e à prática social dos grupos que dela se apropriam. Esse é um debate importante em um momento em que a capoeira se consolida como ferramenta educacional. Incumbe aos capoeiristas e educadores protagonizar a discussão, registrando suas experiências e seus aprendizados em trabalhos comunitários. O propósito da palestra consiste em estimular essa atitude e incentivar a participação.


Luiz Renato Vieira é sociólogo e especialista em políticas públicas e gestão governamental. Mestre em sociologia e doutor em sociologia da cultura. Dedica-se ao estudo da capoeira, em perspectiva histórica e sociológica, desde a década de 1980. É autor do livro O Jogo da Capoeira - corpo e cultura popular no Brasil e de diversos artigos científicos e de divulgação cultural. Mestre de capoeira, pratica a arte-luta desde o final da década de 1970. Consultor Legislativo do Senado Federal na área de cultura, tem colaborado com diversos órgãos do Goveno Federal na formulação de políticas públicas relacionadas à capoeira. É coordenador do Projeto Comunitário Centro de Capoeira da UnB. E-mail mestreluizrenato@uol.com.br


Atenciosamente,
Equipe Núcleo Pedagógico da DRE-Guará

FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DA CAPOEIRA

















Vídeos
Deputado Marcio Mari

http://www.youtube.com/watch?v=28v11NlR9Xo&feature=related

Deputado Marcio Mario - Defesa da Capoeira

http://www.youtube.com/watch?v=tMSLWj5L-CM&feature=autoshare

terça-feira, 8 de março de 2011

Romantismo, paciência, paixão, ousadia, força, fé
meiguice, amor, sedução, vaidade, sensualidade, elegância, charme
sensibilidade, e muitas outras coisas.

Lembre que você é uma guerreira e mulher!

8 de março

Dia Internacional da Mulher.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Quem não pode com mandinga, não carrega patuá!

Os Mandingos (em mandingo: Mandinka) hoje em dia são um dos maiores grupos étnicos da África Ocidental, com uma população estimada em 11 milhões.





Mandando pelos amigos Mestre Huguinho e Mestrando Gaguinho!

Muito bom!

:: Quem não pode com mandinga, não carrega patuá! (por Júlia Albernaz)
A frase título deste texto sempre me intrigou! Sempre quis saber o seu porque, uma vez que, num primeiro momento, ao ler a frase, tendemos a interpretar a palavra mandinga como “feitiço, despacho, mau-olhado, ebó”, como bem define o grande folclorista Luis da Câmara Cascudo em seu “Dicionário do folclore brasileiro”. Se fôssemos nos basear nesse significado, porém, o mais lógico seria pensarmos que, se uma pessoa não pode com mandinga, ou seja, com feitiço, é melhor que ela carregue um patuá, para se proteger, certo?
Na frase em questão, entretanto, o significado de mandinga é outro, a palavra se refere ao indivíduo de um dos maiores grupos étnicos da África ocidental, os Mandingas ou Malinke. Por sua proximidade geográfica com os árabes, os mandingas acabaram se tornando muçulmanos e aprendendo a se comunicar em árabe, dominando fala, leitura e escrita. Eram, ainda, muito bons em matemática.
Com o desenvolvimento do tráfico negreiro, grande parte dos mandingas veio parar no continente americano. Nas Américas, por dominarem o árabe e serem melhores em matemática do que os brancos, os mandingas passaram a ser vistos como feiticeiros. Afinal, na cabeça dos brancos, como poderiam simples escravos dominar a língua de outra cultura e ainda possuírem conhecimento matemático? Só podia ser algo sobrenatural! Assim, mandinga virou sinônimo de feitiço. Por suas habilidades e cultura, os mandingas passarem a ter privilégios em relação aos outros negros. Podiam, por exemplo, carregar trechos do Alcorão, livro sagrado da religião muçulmana, guardados em pequenos invólucros de pele de animal, pendurados no pescoço. Esses invólucros contendo trechos do Alcorão eram chamados de patuá e eram marca registrada dos mandingas.
Como os mandingas se tornaram muçulmanos, tinham Alá como Deus e Maomé como profeta, não aceitando quaisquer outros tipos de crença. Assim, os escravos que cultuavam os orixás eram vistos como rivais pelos mandingas. Os senhores de escravos, para estimular essa rivalidade entre os negros, davam aos mandingas cargos de confiança, como o de capitão do mato. Assim, muitas vezes, os mandingas eram responsáveis por capturarem os negros fujões.
Quando um negro tentava fugir, além de se preparar para ter que utilizar a capoeira para se defender, pendurava um patuá em seu pescoço, para que, quando fosse abordado por um mandinga, ele pensasse se tratar de um dos seus e não o perseguisse.
Os mandingas, entretanto, ao se depararem com um suposto negro fujão, tinham o hábito de abordá-lo em língua árabe. Assim, se o negro fujão, mesmo “disfarçado” de mandinga devido ao uso do patuá, não soubesse responder em árabe, seria identificado e capturado pelo mandinga, sendo, ainda, vítima de sua fúria.
Assim nasceu a expressão: Quem não pode com mandinga, não carrega patuá!
Fontes:
CASCUDO, Luís da Camara. Dicionário do Folclore Brasileiro. 5ª ed., Itatiaia, Belo Horizonte, 1984.
LIMA, Mano. Dicionário de capoeira. 3ª Ed., Conhecimento Editora, Brasília, 2007.
TRINDADE, Diamantino Fernandes; LINARES, Ronaldo Antônio. Iniciação à Umbanda vol. 2, Editora Madras, 2008.
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DA CAPOEIRA


sessão na Câmara dos Deputados

É uma grande oportunidade da capoeira estar no legislativo. Na "casa do povo". Foi instalada a Frente Parlamentar em Defesa da Capoeira. Os Deputados: Márcio Marinho - Presidente, Acelino Popó - Vice-presidente, Jonatan de Jesus - Tesoureiro, Arnaldo Farias de Sá - Secretário, Luiz Alberto - 1º Secretário, Cleber Verde - Secretário e Evandro Garla. Tiveram agregando as fileiras diversos deputados como Érica Kokay e Jorge Pinheiro.

Alguns Mestres de capoeira também falaram a plenária:
Mestre Squisito falou sobre a ação e também sobre a Lei Orgânica da Capoeira. Mestre Paulão falou sobre a Frente Parlamentar e a capoeira e sobre o Conselho Regional de Educação Física. Contramestre Minhoca (Luiz Cláudio), discípulo de Mestre Cobra, explanou sobre a vivência do capoeira na parte cultural e social na periferia. Eu Alex Carcará, mostrei a plenária sobre estatísticas da capoeira, falando que a cerca de mais de 152 paises com a capoeira, temos 6 milhões de praticantes no Brasil e 300 mil fora do brasil. Temos as instituições oficiais de capoeira como Federação Internacional de Capoeira, Confederação Brasileira de Capoeira, Fundação ABADA, Liga volta ao Mundo, ABPC, Liga Muzenza e etc. E Como Conselheiro do Conselho Regional de Educação Física também mostrei ao Deputado Acelino Popó que umas das ações do CONFEF é a de resgatar os capoeiristas que já eram professor que já atuava na área antes da promulgação da Lei 9.696/1998 e que pela constituição federal já te o perfil de professor que é o direito adquirido e o sistema CREF/CONFEF já tem o professor provisionado e está na Lei da Educação Física. Falei que temos Lei novas para a capoeira que é a capoeira como Patrimônio Imaterial do povo Brasileiro e o Estatuto da Igualdade Racial. A professora Keyla falou sobre capoeira, sobre a religiosidade e sobre o CREF. A Capoeirista Mutante teve como fala entre outras mostrar a comunidade da capoeira assim destaco:
Estamos buscando a criação de uma Lei Orgânica com o objetivo de organizar a nossa arte/cultura, focando apenas a bandeira da CAPOEIRA, sem intervir em questões como unificação da capoeira, no tocante a graduações, nem nada disso. A discussão gira em torno de buscar uma política pública para Capoeira. Um dos objetivos é buscar o direito do Mestre de Capoeira a ter sua previdência social, sua aposentadoria.

Venho até os senhores pedir que estudem mais a nossa capoeira, se preocupem mais, dê importância ao que você pratica. Caso não tenha entendido o que é uma frente parlamentar, do que realmente estamos buscando, mesmo que não goste de política, procure sanar suas dúvidas, pesquise, converse que não seja por você, mas pela Capoeira – ela precisa de você!!!

Você Capoeirista de Brasília e do Entorno, possui uma acessibilidade muito maior de ir ás sessões na Câmara dos Deputados. Hoje na sessão havia poucos capoeiristas em relação ao número de capoeiristas que se encontra em qualquer roda. A situação é séria, o benefício é para A CAPOEIRA, para todos nós. A Capoeira pede ajuda de vocês. Os legisladores estão dispostos a trabalhar em prol da capoeira, mas se nós Capoeiristas não nos mobilizarmos, nada será construído.

Estavam entre outros: Mestres Luiz Renato, Igor, Paulão, Alex Carcará, Bira Berimbau, Washington, Baleado, Chocolate, Mafú e ainda Geléia, Popeye, Quixaba, Minhoca, Keyla, Mutante, Faraó e etc.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Você já viu Capoeira e Orquestra juntas? No próximo dia 19, Orquestra Filarmônica volta ao palco da Sala Villa-Lobos do TNCS

No próximo dia 19 de novembro de 2010, às 21 horas, a Orquestra Filarmônica de Brasília volta ao palco da Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Cláudio Santoro homenageando a Semana da Consciência Negra. Esse é mais um espetáculo inovador pelo projeto Popularizando a Sinfonia, sob o patrocínio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura.

Com o objetivo de lembrar a luta de Zumbi dos Palmares e de todo o Povo Negro contra a escravidão e contra todas as formas de opressão e discriminação, o Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, é uma das mais importantes datas comemorativas nacionais.

A proposta é apresentar um grande conjunto sinfônico com mais de 70 artistas no palco, proporcionando mais de uma hora de espetáculo dançante, alegre e inovador, mesclando as diversas áreas da arte à cultura clássica universal, isso tudo claro, com um gostinho bem brasileiro!

Nada melhor para homenagear a cultura negra como ter no palco, juntamente com a Filarmônica, o pai do reggae de Brasília, Renato Matos, primeiro a cantar no Concerto Cabeças, movimento cultural que foi marco em Brasília nas décadas de 70 e 80, cantor, instrumentista e compositor, que já se apresentou pelo mundo afora, levando a sua música e o folclore brasileiro e representando Brasília e o Brasil em diversas partes do mundo. Sua música é fruto da mistura de ritmos com poesia e poesia futurista deste terceiro milênio, é uma das vozes mais importantes, constante, polêmica, gritante e viva de Brasília, que somados aos brilhantes arranjos sinfônicos bem elaborados especialmente para esta apresentação, brindará o público com muita beleza e leveza de timbres.

Dividindo o palco com a Orquestra, Ellen Oléria, atualmente é apontada como um dos maiores expoentes do cenário musical brasiliense, a cantora e compositora demonstra flexibilidade como intérprete e maturidade nas suas composições com letras e melodias envolventes. Não há quem não se contagie com a sua voz marcante brincando com o ar e atravessando o invisível. Ellen é uma das grandes revelações da música brasileira, considerada pela crítica uma artista completa.

A Orquestra está inovando convidando para esta grande celebração o Grupo de Capoeira Beribazu, que tem um histórico na cidade desde o início dos anos 70, incentivando e valorizando a cultura folclórica, hoje reconhecida internacionalmente e registrada como Patrimônio Imaterial do nosso país. O grupo tem uma nova proposta de ensino e fundamenta-se na idéia de que a capoeira não pode estar dissociada de suas raízes africanas. Suas cantigas e tradições trazem na memória a conquista de liberdade em tempos difíceis, conquistada com sacrifício de muitos nas músicas e nos movimentos corporais, geralmente representadas por um dos seus principais instrumentos monocórdios e utilizando-se de materiais naturais, como o berimbau, afoxé, agogô, chocalho, maracas.

Para a regência do concerto foi convidado o baiano maestro Angelo Rafael, bacharel em composição e regência pela UFBA, fundador e Diretor Artístico e Maestro Titular da Orquestra de Câmara de Salvador, do Coro do Teatro Castro Alves e do Coro Regional do Trabalho. Angelo vem desenvolvendo na Bahia um trabalho de pesquisa e interpretação em música orquestral brasileira. Iniciou estudos de piano e teoria musical aos sete anos de idade, participou de diversos corais, seminários e cursos em várias cidades brasileiras nas áreas de regência coral, orquestral, técnica vocal, música de câmara, piano, violoncelo e análise musical. Estudou regência com Lindembergue Cardoso e teve orientação dos maestros Dante Anzolini (ARG), Kurt Masur (ALE), Louis Lane (USA), Roberto Duarte (BRA) Ronald Zollman (BEL) entre outros.

Orquestra Filarmônica de Brasília

A Orquestra Filarmônica de Brasília foi fundada em 1985, destacando-se no cenário musical brasiliense com repertório erudito arranjos refinados de composições folclóricas e populares. O intuito é mostrar as várias possibilidades das nuances e timbres dos instrumentos que compõem um grande conjunto sinfônico, sempre buscando, pesquisando e mostrando propostas inovadoras em suas apresentações e projetos. Um dos grandes marcos da orquestra foi realizar em 1995 a festa cultural em comemoração aos 30 anos de aniversário de Brasília, com a participação de Edson Cordeiro e artistas da cidade, com um público de mais de 30 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios. Em 1997, destaca-se a apresentação em homenagem ao Dia Mundial da Paz, no Anfiteatro Ponta Negra às margens do Rio Negro, Manaus. Em 2001, participou do FESTINBONITO – Festival de Inverno de Bonito, MS. A OFB, apresentou-se com grandes músicos como Francis Hime, Elomar, Xangai, Rosa Passo, Aquille Pichi, Nei Salgado, Dois de Ouro, Renato Matos, Ney Rosauro, Guilherme Arantes, Hamilton de Holanda, Roberto Duarte, Thomas Toscano, Susan Clark, Bibi Ferreira, dentre tantos outros.

Tem apresentado projeto especiais para crianças, desenvolvendo concertos didáticos que incentivam o aprendizado musical e auxiliam na formação de platéias. Realiza o projeto social Viva Arte Viva que oferece gratuitamente oficinas de música, teatro e dança à comunidade do Distrito Federal, mais de 200 pessoas participam do projeto.

No programa obras de Lorenzo Fernandez, Dorival Caymmi, Renato Matos, Ellen Oléria e com arranjos de Kátia Andrade, Michele Fiuza e Ciro Pereira.

Serviço:

Orquestra Filarmônica de Brasília - 25 anos
Homenagem a Semana da Consciência Negra
Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Cláudio Santoro
Projeto Popularizando a Sinfonia
Dia 19 de novembro de 2010, às 21 horas
Ensaio aberto às 15 horas para estudantes da rede pública

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Programa Nacional de Salvaguarda e Incentivo à Capoeira

Encontro

Capoeiristas debatem propostas para Programa Nacional de Salvaguarda e Incentivo à Capoeira

http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2010/11/IMG_3064-300x189.jpg

“O Estado deve reconhecer a capoeira como um dos tesouros da nossa cultura. Hoje temos mais de 150 países jogando a capoeira e ela merece mais atenção e cuidado. É esse exercício que estamos fazendo aqui, estamos construindo uma política de Estado com a participação e a contribuição dos capoeiristas”, ressaltou o Secretário da SID, Américo Córdula, hoje (3) na abertura do Encontro Pró-Capoeira que acontece em Brasília até o próximo dia 5.

Leia Mais: http://www.cultura.gov.br/site/2010/11/03/pro-capoeira-5/

Comunicação SID/MinC

Telefone: (61) 2024-2379

E-mail: identidadecultural@cultura.gov.br

Acesse: www.cultura.gov.br/sid

Nosso Blog: blogs.cultura.gov.br/diversidade_cultural

Nosso Twitter: twitter.com/diversidademinc

SID

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Quem sou eu?


Alex Charles Rocha é um capoeirista brasileiro conhecido como Mestre Alex Carcará. Nascido a 19 de novembro de 1967, em Brasília, DF. Formou-se em Educação Física em 1996 na Universidade Católica de Brasília. Em dezembro de 1996 casou-se com a Sra. Carla Regina Gonçalves Rocha com quem teve dois filhos, Gabriel e Lucas.

Ingressou na Capoeira em 1980. “Ninguém antes na minha família nunca foi para o lado da Capoeira, eu fui bem cedo à época com 12, 13 anos por que eu achava bonito, as meninas gostavam dos caras que faziam capoeira e após algumas artes marciais que havia experimentado achei que por ser brasileira era mais fácil de se adaptar e aprender”. Em 1983 fui praticar capoeira na academia do famoso Mestre Chibata, Raimundo dos Santos Filho.
Começou a dar aulas para o Mestre em 1986 no Clube dos Previdenciários de Brasília.

Em 1992 fundou seu primeiro núcleo de ensino da capoeira na academia Physical Center (902 sul) em Brasília-DF

Fundou o Centro Cultural Escola do Mundo Capoeira em 1996 que foi oriundo do antigo Grupo Chibata de Capoeira dentro da Associação de Capoeira Novos Baianos do Mestre Chibata.

CAMPEÃO BRASILEIRO DE CAPOEIRA 1999 – 1º COLOCADO NO 4º CAMPEONATO BRASILEIRO DE CAPOEIRA – GOIÂNIA – NOVEMBRO DE 1999

Técnico da seleção Brasiliense de Capoeira – Setembro de 2000 – São Paulo

TETRACAMPEÃO BRASILIENSE – 2003 – 1º COLOCADO NO 7º CAMPEOANTO BRASILIENSE DE CAPOEIRA REALIZADOS NO GINÁSIO DE SOBRADINHO ONDE SUA EQUIIPE OBTEVE O 3º LUGAR EM CONJUNTO.

3º COLOCADO NO CAMPEONATO BRASILEIRO DE FULL CONTACT - CLUBE UNIDADE VIZINHANÇA - CATEGORIA MEIO MÉDIO - 1991.

3º e 5º COLOCADO NOS 16º e 17º JUDF - JOGOS UNIVERSITÁRIOS DO DISTRITO FEDERAL - 94 e 95

Mestre Alex Carcará é Registrado no Conselho Regional de Educação Física 7ª Região -CREF-07/DF/GO/TO-0013 sendo Conselheiro e 2º Tesoureiro na gestão 2007/2010

É o Presidente do Centro Cultural Escola do Mundo Capoeira e membro da Federação de Capoeira do Distrito Federal e ainda Presidente da Liga Metropolitana de Capoeira do DF.

Durante todo o seu trabalho, o Mestre Alex formou um mestre: Mestre Marquinhos Brasil Cruz de Lima em Pelotas Rio Grande do Sul.

Atualmente o Mestre Alex supervisiona as atividades do Centro Cultural Escola do Mundo Capoeira com 5 Contramestres e 16 graduados.

E assim começou....

Olá a todos!
Salve e muito axé!
Pois é camaradas este é mais um espaço de comunicação com meu povo da capoeira.
Espero que possamos trocar longas idéias por aqui.
Um grande abraço.
Mestre Alex Carcará


Lucre de Verdade com o Blog - Ninho do Carcará
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